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domingo, 3 de fevereiro de 2013

LIVRO COM TEXTOS CRIADOS PELOS ALUNOS DO 4º ANO- PROJETO: ENCONTRO LITERÁRIO COM MONTEIRO LOBATO"


 
       CRIANDO COM MONTEIRO LOBATO
 
 
 
 
 
 
 
 
 Este projeto teve como objetivo trabalhar a vida e a obra deste famoso e inesquecível escritor literário, Monteiro Lobato.
Autor capaz de fazer com que as crianças pudessem viajar pelo mundo encantado da imaginação, conhecendo seus personagens e lugares onde viveram muitas aventuras.
Histórias que fizeram parte da vida de muitos adultos, que foram contadas e vividas na sua infância e agora fazendo parte da vida de seus filhos também.
Sua obra só veio enriquecer a vida dos alunos, pois a cada livro lido, cada história ouvida, foi uma viagem inesquecível neste seu mundo encantado, onde através da imaginação, puderam se transportar e viver juntos com seus personagens uma aventura inesquecível.
Com Monteiro Lobato, os alunos puderam conhecer um pouco da vida cotidiana de cada personagem e das aventuras vividas por eles no Sitio do Picapau Amarelo, onde tudo era possível acontecer de forma mágica e envolvente.
E com todo este aprendizado, chegou a hora de mostrar a todos um pouquinho do que foi estudado e aprendido. Chegou a hora dos alunos se  transformarem em Monteiro Lobato Mirim e continuar, quem sabe, este mundo encantado que lhes foi  apresentado, de forma mágica e contagiante.
Eu, professora Graça, tenho a satisfação e o orgulho de apresentar os textos criados pelos autores mirins do 4º ano, da Escola Municipal  Profª  Heloiza Mª V. P. Curotto Giancristofaro; autores que seguiram o perfil de Monteiro Lobato, que aprenderam através do seu olhar e puderam criar textos que envolvessem fantasia, magias, contos de fadas e bruxas e muita aventura.
Os textos aqui apresentados são os frutos colhidos deste maravilhoso Projeto: Encontro Literário com Monteiro Lobato.
Segundo Monteiro Lobato, ”Um país se constrói com homens e livros” e este livro é o início de uma grande caminhada no mundo encantado da imaginação.
E o meu maior sonho neste momento, é que cada aluno possa ter um exemplar, para que quando ler esta obra, o estimule a continuar escrevendo, viajando neste mundo encantado que foi apresentado de forma mágica e contagiante.
                                                   PROFª GRAÇA / OUTUBRO/2012 

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NARIZINHO E O PRÍNCIPE PEIXE ESCAMADO


 
                         Era uma vez uma menina chamada narizinho e ela morava num sítio muito lindo com sua avó,dona Benta. Dona Benta adorava contar histórias maravilhosas.
                         Dona Benta é uma senhora já de idade e com ela mora uma cozinheira e amiga dela, a tia Nastácia. Tia Nastácia adorava cozinhar e fazer bolinhos e docinhos para todos do sítio. Além de ser empregada de dona Benta, ela é sua companheira. Ela vive no sítio há muitos anos.
                        Narizinho ficava pelos cantos da casa quieta e se sentia muito só.
                        Tia Nastácia teve uma ideia para alegrar a menina. Ela fez uma boneca de pano e lhe deu o nome de Emília.
                         Emília era uma boneca de pano que andava por todo lado com sua dona, a Narizinho. Só faltava falar!
                         Narizinho já não estava mais triste e brincava o dia inteiro com sua boneca.
Narizinho gostava muito de ir brincar perto do Riacho das Águas Claras e toda vez que ia lá, tia Nastácia preparava um lanchinho para ela levar.
                         As duas brincaram muito e resolveram deitar na grama e ficar olhando para as nuvens no céu. Ficaram vendo os desenhos que as nuvens formavam. Tinha hora que formava castelo, um camelo e se divertiam com os desenhos.
                         Mas Narizinho acabou dormindo de tão cansada que estava e nisso aparece um peixe, conhecido como Príncipe Peixe Escamado, com seu amigo Besouro que começa a mexer no nariz de Narizinho.
                         Narizinho, acorda assustada e se levanta rápido e acaba assustando os dois também.
                         Narizinho se apresenta e eles ficam amigos.

 

 
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O MISTÉRIO DOS DOCES

 

                      Era um lindo dia e Emília lembrou que era aniversário de Pedrinho e pediu para Dona Benta preparar alguns quitutes para a festa surpresa dele.
                       Conversou com Narizinho e pediu algumas sugestões do que poderia fazer para a festa surpresa de Pedrinho.
                        Então, foram até o pomar e colheram belas e suculentas frutas da estação para que Dona Benta preparasse os doces.
                        Enquanto isso, Visconde levou o Pedrinho para dar um passeio pelo sítio tirando-o da casa para que pudessem preparar os doces para a festa surpresa dele.
                       Tudo estava dando certo, Emília, Narizinho e Rabicó decoraram o sítio e Dona Benta  juntamente com tia Nastácia preparavam os docinhos e os colocavam na mesa, que já estava toda enfeitada.
                         Mas algo de muito terrível  estava prestes a acontecer .
                         Quando Dona Benta retornou até a mesa, viu que todos os docinhos haviam desaparecidos. E muito assustada exclamou:
                          ____ Meu Deus!!!
                         ____ Onde estão os doces? - perguntou Dona Benta apavorada.
                        Narizinho e Emília saíram a procura dos doces, muito desesperadas.
                        Depois de muito tempo, escutaram um barulho meio suspeito vindo de uma caverna. Entraram e ali encontraram a Cuca e o Saci- Pererê comendo tudo. Então, Rabicó jogou uma pedra e eles saíram correndo dali.
                        Emília pegou os doces e os levou para casa e terminaram de preparar a festa surpresa.
                          Pedrinho que já estava muito cansado de tanto andar com Visconde pelo sítio e também estava triste pois achava que ninguém tinha lembrado de seu aniversário.
                      Quando chegou em casa e viu que todos estavam ali e começaram a cantar parabéns para ele, ficou muito feliz e adorou tudo .
                       A festa aniversário de Pedrinho foi um sucesso!!!


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                       EMÍLIA E NARIZINHO


 

 D
 
ona Benta morava num sítio com seus netos, Pedrinho e Narizinho ,e, com a cozinheira, Tia Nastácia. Ela adorava contar histórias e tia Nastácia adorava fazer bolinhos de chuva e fazer deliciosas comidas.
                         Um dia, dona benta e tia Nastácia perceberam que Narizinho andava muito triste e não brincava. Então, tia Nastácia falou para Narizinho:
                          ___ Narizinho, por que você anda tão triste assim?
                          ___ Porque não tenho ninguém para brincar!
                          Tia Nastácia resolveu fazer uma surpresa para Narizinho e fez uma boneca de pano pra ela. Esta boneca ficou linda, toda colorida. Tia Nastácia jogou na boneca o pó de perlimpimpim e ela começou a andar.
                           Narizinho ficou tão feliz com a boneca, que não parava mais em casa. Andava o dia inteiro pelo sítio. Ela gostava muito de ir brincar na beira de um riacho que ficava perto da casa.
                           Quando já ia ficando tarde, tia Nastácia gritava:
                            ___ Narizinho, vem! A dona Benta está te chamando!
                           Todos os dias, tia Nastácia fazia um lanche para Narizinho levar e na beira do riacho das Águas Claras, as duas, Narizinho e Emília, brincavam muito.
                           Lá elas brincavam  e depois lanchavam. As migalhas de pão davam para os peixinhos que ficavam na beira do riacho, mas os peixes maiores, só ficavam olhando de longe.
                          Depois de lancharem e alimentar os peixinhos, elas deitavam na grama para ficarem olhando as nuvens no céu que iam formando desenhos e usavam a imaginação.
                         De repente aparece um peixe príncipe com o nome de Peixe Escamado com seu amigo Besouro e convida Narizinho para conhecer seu castelo e fala que no seu castelo tem um médico que pode fazer a boneca falar.
                             Narizinho e Emília aceitam o convite e vão visitar o reino do príncipe. Chegando lá, o médico, Dr Caramujo, fez com que Emília falasse e as duas fizeram muitas amizades por lá.

 

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                      A CANASTRINHA

E
 
mília estava andando pelo sítio do Picapau Amarelo e encontrou um varinha mágica e a guardou dentro de uma canastrinha, porque não queria que a Cuca soubesse que ela tinha achado.
                           Emília contou para o Visconde e para o Rabicó e falou para que não contassem pra ninguém, se contassem, ela assaria o Visconde e colocaria o Rabicó numa feijoada. Os dois ficaram com muito medo da Emília e prometeram que jamais contariam.
                          Dona Benta muito esperta viu que havia alguma coisa errada, porque o Visconde estava muito nervoso e assustado e lhe perguntou:
                         ___ Visconde, o que está acontecendo com você?
                         ___ Nada dona Benta, por quê?
                         ___ Estou achando você muito triste e nervoso.
                         ___ Estou fazendo umas experiências e isso me deixa nervoso. É só isso, dona Benta.
                          ___ Mas não é mesmo!
                          ___ Está bem, vou contar. É que a Emília encontrou uma varinha mágica e a guardou na sua canastrinha e não quer que a Cuca descubra que a varinha está com ela. Então, Emília, ameaçou o Rabicó e eu, caso falássemos sobre isto.
                            ___ Vou falar com a Emília e vai ser já.
                          Dona Benta chamou Emília, conversou muito com ela e disse que não poderia agir desta forma com seus amigos. Emília viu que estava errada e pediu desculpas para eles.
                         Mas a Cuca que é uma bruxa muito malvada descobriu que a varinha mágica estava com Emília e resolveu se vingar, raptando a tia Nastácia. A Cuca levou a tia Nastácia para a caverna e a fez de empregada.
                         A Cuca queria que a tia Nastácia convencesse Emília a devolver a varinha mágica. Como Emília gostava muito da tia Nastácia, resolveu devolver a varinha para a Cuca. 
                         Emília disse para a Cuca:
                          ___ Só devolvo a varinha se você libertar a tia Nastácia.
                          ___ Está bem Emília, eu liberto a tia Nastácia.
                          Então Emília entregou a varinha e a Cuca libertou a tia Nastácia.
                         Todos ficaram felizes em ter a tia Nastácia de volta no sítio e Emília aprendeu como que devemos respeitar os amigos.



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                           A BONECA EMÍLIA


 

N
 
o sítio morava uma menina chamada Narizinho, que tinha uma boneca com o nome de Emília À noite veio uma fada e falou:
                       ___ Emília, você vai ser uma boneca muito boazinha e vou fazer com que fale e ande!
                        A fada tocou a varinha de condão na cabeça da boneca e a transformou numa boneca que andava e falava.
                       No outro dia, a menina acordou bem cedo e foi pegar sua boneca de pano e teve uma surpresa: a boneca estava andando e falando.
                        Narizinho, espantada, não entendia como isto tinha acontecido e falou:
                        ___ Mas como pode? Boneca falar e andar! Nunca vi isto acontece!
                        Emília além de falar, andar, também pensava e falou:
                         ___ Sou eu mesma, aquela boneca de pano que você tinha. Só que veio uma fada e me transformou numa boneca que fala, anda e pensa. Ela pediu para ser uma boneca muito boazinha!
                        Então, Narizinho falou:
                         ___  Emília, vamos brincar?
                         ___ Brincar? O que é isto?
                          ___ Vem que vou te ensinar como é. Fique sossegada!
                         As duas foram brincar lá fora. À noite, as duas entraram , jantaram e foram dormir.
                        Na manhã seguinte, levantaram bem cedinho, tomaram o café e tia Nastácia viu aquela boneca sentada na mesa com Narizinho e achou muito estranho e perguntou
                         ___ Quem é essa boneca linda, Narizinho!
                         ___ É a Emília, tia Nastácia! - disse Narizinho muito feliz.
                         ___ Mas ela não era assim, Narizinho!
                         ___ É que veio uma fada e a transformou numa boneca que anda, fala e pensa.
                         ___ Ah! Entendi!
                         Narizinho e Emília levantaram da mesa e foram para fora brincar.
                         Emília estava sendo uma boneca muito boazinha e à noite a fada retornou e disse:
                        ___ Deixarei você assim para sempre, Emília!  Você mostrou que é uma boneca muito boa e inteligente!
                       Então, Emília se tornou uma companheira inseparável de Narizinho e sempre as duas brincavam juntas.

                                                 
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                    A CHEGADA DE EMÍLIA


 

N
 
um dia muito ensolarado, Narizinho resolveu brincar de boneca com sua amiga Ana. Quando   Ana chegou com sua boneca, Narizinho foi procurar a dela, mas encontrou sua boneca de porcelana toda quebrada e de tanta vergonha, não quis dizer à sua amiga que sua boneca havia se quebrado e não tinha outra para brincar. Então resolveu mentir para sua amiga e disse:
                       ___ Ana houve um imprevisto e não vou poder brincar com você. Será que você não acharia ruim de vir outro dia?
                      ____ Mas Narizinho, você não disse que iria brincar comigo? O que aconteceu?
                      ____ Me desculpe, mas vou ter que sair com a tia Nastácia!
                      ___ Então Narizinho, brincaremos outro dia. Pode ser?
                      ___ Claro que sim!
                      ___ Então, tchau Narizinho, me liga tá!!
                      ___ Tchau Ana. Pode deixar que  ligarei !
                     Narizinho entrou na casa, pegou sua bonequinha de porcelana e ficou chorando. Nisto tia Nastácia entrou e viu a Narizinho chorando e quis saber o que tinha acontecido  e perguntou- lhe:
                  ___ Narizinho, o que houve? Você não quis brincar com sua amiguinha?
                  ___ Não, tia Nastácia. O problema é que a minha boneca quebrou e não tinha outra para brincar com ela, então fiquei com vergonha e inventei uma desculpa.
                   Tia Nastácia, então, ficou com muita pena da menina e fez uma boneca de pano e a detalhou com vermelho, amarelo, laranja e verde. Só que tia Nastácia tinha um pozinho mágico e jogou na boneca para que ela ficasse perfeita, impressionante, extremamente linda.
                   Então, no outro dia, Narizinho acordou bem cedinho e viu do lado de sua cama uma boneca linda e foi correndo falar para tia Nastácia
                    ___ Olha, tia Nastácia, a fadinha realizou meu desejo, me deu uma boneca linda!!!
                    ____ Narizinho, que legal! Porque você não dá um nome para ela.
                    ____ Boa idéia! Você vai se chamar... Emília!!!
                    Narizinho olhava a boneca com muita atenção e viu que estava faltando uma coisa e disse:
                     Agora Tia Nastácia, vou chamar minha amiga Ana para brincarmos de boneca!
                    Então Narizinho chamou sua amiguinha Ana para brincar e nunca mais chorou, porque daqui para frente elas brincarão com a sua nova boneca, Emília.


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                            A HISTÓRIA DE EMÍLIA


 

T
 
odas as crianças crescem, mas a boneca Emília, não. Emília era uma boneca de pano, muito levada, que morava no sítio do Piacapau  Amarelo, junto com o Visconde de Sabugosa, um boneco feito de sabugo de milho e muito inteligente.
                          Lá no sítio tem muitos lugares lindos para andar, passear e  brincar. Emília era muito arteira, quando se juntava com sua dona, Narizinho, faziam muita bagunça, deixando o tio Barnabé louco com suas travessuras.
                         Emília é tão arteira, aprontava com todo mundo, até com o boitatá. Mas, tinha muito medo da mula- sem- cabeça, que aparecia no meio do dia para ela e corria atrás dela assustando-a.
                          E quando Emília ficava triste, ela se escondia numa árvore oca, um  lugar onde as crianças iam brincar e nesta árvore também morava o Saci- Pererê, que era seu amigo e lhe dava conselhos.
                         Certa vez, tia Nastácia, uma cozinheira de mão cheia, fez uns bolinhos de chuva e os deixou na mesa da cozinha e foi estender roupa no varal. Quando voltou, os bolinhos já não estavam mais lá, tinham sumido.
                         Tia Nastácia achou que Emília tivesse escondido-os, pois era muito arteira. Tia Nastácia ficou muito brava com a boneca que jurava que não tinha feito nada.
                        Depois de algum tempo, descobriram que quem tinha sumido com os bolinhos da tia Nastácia, tinha sido o porquinho Rabicó, que era muito guloso.
                        Tia Nastácia pediu desculpas para Emília e a boneca prometeu que não iria fazer mais artes.
                         Emília se tornou muito querida por todos, não fazia mais artes com ninguém, mas ficou muito tagarela e querias saber de tudo.
                          É! Esta boneca não tem jeito mesmo!

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                      A LENDA DO MINOTAURO


 

N
 
uma noite,dona Benta estava contando uma história para as crianças, Narizinho,Pedrinho e Emília e pediu para a tia Nastácia fazer uns bolinhos.
                      Tia Nastácia estava na cozinha fazendo bolinhos e apareceu um Minotauro e levou todos os bolinhos que tinha feito e, em seguida, voltou e levou tia Nastácia para um labirinto.
                       Emília começou a sentir um cheiro estranho e eles foram para a cozinha e viram que tia Nastácia não se encontrava ali e também os bolinhos que tinha feito, sumiram.
                       Estranharam e viram que além da tia Nastácia e dos bolinhos, estavam faltando: óleo, farinha, açúcar e algumas panelas. Emília falou:
                       ___ Foi o Minotauro que raptou a tia Nastácia! – disse Emília.
                       Todos ficaram bravos com Emília e ouviram o pedido de socorro de tia Nastácia.
                        Foram procurar a tia Nastácia pelo sítio e descobriram que tinha sido o Minotauro que havia a raptado, pois assim teria alguém para fazer os bolinhos para ele.
                        Todos foram atrás da tia Nastácia e conseguiram trazê-la de volta para o sítio.

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                     A MENTIRA DE PEDRINHO


 

P
 
edrinho estava feliz, pois tinha chegado as férias de julho, e ele já sonhava com todas as brincadeiras que iria ter tempo para brincar.
                         Quando amanheceu, Pedrinho correu ao quarto de sua prima Narizinho e disse:
                          ___ Vamos!!!!  Vamos, Narizinho!!! Chega de dormir!!! Vamos brincar com Rabicó! Está um dia lindo lá fora! Vamos!! Vamos!!
                         ___ Chegaaaaaa!! - gritou Emília, a boneca de pano. Que brincar que nada, a narizinho vai fazer tranças no meu cabelo. Nem vem, viu Pedrinho! Nem vem!
Pedrinho foi para o terreiro e convidou Rabicó para brincar com ele, mas disse que não ia porque iria comer. Então, convidou o Visconde de Sabugosa que também não foi dizendo que estava ocupado com uma experiência muito importante.
Pedrinho, muito triste, saiu convidando todos no sítio e ninguém quis brincar com ele. De repente, no meio do caminho, apareceu um redemoinho e dele surgiu todo serelepe, o Saci, dizendo:
____ E aí Pedrinho, vamos brincar?
Pedrinho respondeu:
____ É claro! Estou louco para brincar no sítio!
Então começaram a brincar e fazer muitas travessuras, correr, pular, até que o Saci teve uma ideia:
___ Vamos tocar os gansos na beira do rio? Vai ser muito divertido!
Pedrinho concordou, e, foram tocar os gansos. Coitado dos gansos! Gritavam e tentavam voar, mas não conseguiam e o Saci e Pedrinho choravam de tanto rir. Mas, a festa acabou quando um galho acertou um dos gansos sem querer e ele morreu.
O Saci muito travesso disse:
___ Pedrinho, não esquenta! A gente fala que ele já estava morto.
E assim fizeram, mas não sabiam que a malvada Cuca, estava escondida no meio do mato e viu tudo. Ela, muito malvada, começou a chantagear Pedrinho, obrigando-o a mentir e levar bolinho de chuva  da tia Nastácia  para ela , o tempo todo.
Quando Pedrinho se recusava a levar os bolinhos de chuva, a malvada Cuca só dizia:
____ Olha o ganso!
E Pedrinho acabava obedecendo a Cuca. Mas um dia, ele criou coragem e chamou a vovó e contou-lhe tudo o que tinha acontecido.
Quando a Cuca voltou a chantageá-lo, Dona Benta pegou a bruxa na armadilha que ela tinha feito e deu um banho de lama e jogou penas de ganso em cima dela. Foi muito legal ver a bruxa levar a pior.
Depois disso, Pedrinho aprendeu nunca mais a mentir e todos queriam brincar com o corajoso menino. 


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                        A MUDANÇA


 

O
 
sítio em que dona Benta era dona, já não estava mais produzindo como antes e ela estava muito preocupada com isso, pois tudo o que se  plantava, não produzia. Os pastos estavam secos, os rios também estavam secando.  E muito preocupada, resolveu comprar outro sítio melhor.
                          Dona Benta pediu para Visconde comprar um jornal para pesquisarem se tinha algum sítio bom pela redondeza.
                          Visconde foi comprar o jornal e o colocou na mesa para que dona Benta pudesse ver se encontrava algum sítio bom. Nisto, entra Emília na cozinha e viu o jornal na mesa e pensou que era velho, pegou-o e foi brincar com ele. Ela picou o jornal inteirinho e jogou-o fora.
                          Dona Benta procurou pelo jornal e não o  encontrou e perguntou:
                           ___ Alguém viu o jornal que o Visconde comprou?
                          Emília falou:
___ Qual dona Benta?
___ O jornal de hoje, ele disse que tinha colocado na mesa.
___ Xi, dona Benta!! Tinha um jornal na mesa e achei que era velho e  o peguei para brincar e o cortei inteirinho!
Dona Benta ficou muito brava com Emília e falou que não se pode pegar nada sem pedir. Então, pediu para que Visconde voltasse à venda e comprasse outro jornal.
Visconde foi, comprou e entregou nas mãos de dona Benta. Os dois começaram a procurar um sítio para comprar.
Dona Benta encontrou um sítio perto do seu, que estava à venda e foi até lá negociar com o dono.
Após a negociação, dona Benta contratou um caminhão para fazer a mudança e uma carroça para levar os animais.
Chegando no sítio, as crianças ficaram encantadas. Tudo era muito bonito, tinha muitas árvores e pastos, campos com grama que dava para correr e brincar.
Enquanto dona Benta, tia Nastácia e Visconde arrumavam a casa, Emília, Narizinho e Pedrinho conheciam melhor o sítio.
 Depois de tudo arrumado, tia Nastácia fez uma deliciosa janta, todos jantaram e foram dormir.
No dia seguinte, levantaram bem cedo para fazerem todas as tarefas do dia: dar comida e levar os animais para o pasto verdinho, arrumar a casa, limpar o quintal e claro brincar.
À tarde, todos se reuniram na sala para ouvirem uma história que Visconde contou, conversaram e riram muito. À noite jantaram e todos foram dormir, pois no dia seguinte Narizinho e Pedrinho tinham aula e teriam e acordar cedo.
Todos estavam muito felizes com o sítio que dona Benta tinha comprado.
Ah! Uma pergunta que não quer calar:
___ Quem ficou com o sítio antigo? O que aconteceu com ele?
___  Dona Benta vendeu o sítio para a Cuca. - disse Emília.
 
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               A MULA – SEM – CABEÇA


 

 E
 
ra uma noite de lua cheia e na praça de uma igreja, no sítio, havia três pessoas conversando e de repente ouvem um barulho estranho vindo da mata próxima dali.
                          Todos ficaram com medo e um deles resolveu ver o que era. Então, as três pessoas foram ver e quando estavam quase chegando, saiu da mata uma mula que não tinha cabeça. No lugar da cabeça tinha fogo saindo.
                          A mula soltou fogo e acertou o capim, fazendo com que pegasse fogo. Eles saíram correndo, entrando em uma casa, tentando se salvar. Ela soltou fogo novamente, em direção à casa, só que ela não pegou fogo.
                        Amanheceu e a mula -sem - cabeça voltou para a mata. As pessoas saíram da casa muito assustadas e contaram para todos que viam.
                        Então, as pessoas do sítio resolveram montar um plano e fazer várias armadilhas para capturar a mula – sem – cabeça.
                       Quando anoiteceu, todos estavam prontos, escondidos dentro da casa esperando a mula aparecer.
                       A mula –sem –cabeça apareceu e tentaram pegá-la, mas não conseguiram e ela continua solta, assustando todos nas noites de lua cheia.

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                          A NATUREZA


 U
 
m dia no sítio do Picapau Amarelo, Emília estava indo até a biblioteca da casa de dona Benta, pegar um livro para ler e disse:
                           ___ Vou ler este livro que tem príncipe.
                           Ela foi  ler o livro perto de um lago e ficava imaginando o príncipe encantado e pensava:
                         ___ Bem que podia ser eu nesta história...
                        Ficava imaginando o príncipe dançando com ela a noite inteira. De repente viu o saci sair correndo. Emília saiu correndo atrás dele e deixou seu livro na grama.
                       Emília não conseguiu alcançar o saci e voltou para continuar lendo o livro, mas, não o encontrou. Procurou, procurou e não achou.
                        Foi embora para o sítio muito triste e pensava que o saci tinha levado o seu livro.
                       Chegando em casa, falou para a dona Benta que o saci tinha roubado o seu livro. Nisso o saci aparece e fala:
                      ___ Não foi eu, Emília. Quem pegou seu livro foi minha prima, a Cuca.
                      Então, Emília, Narizinho, Pedrinho e o saci foram até a gruta da Cuca para pegar o livro. Quando chegaram na gruta, ouviram a Cuca dizer:
                      ___ Vou preparar uma poção para acabar com a natureza! Ha,há,há,há...
                      Quando ela viu o saci, disse:
                      ___ Saci, venha cá. Preciso sair, será que dá para você mexer essa poção para mim.
                      O saci falou:
                      ___ Emília, o que é que eu faço agora?
                      ___ Você fala que vai mexer e que pode ir tranquila. – disse Emília.
                     A Cuca saiu e o saci ficou mexendo a poção e veio a Emília e jogou o seu pó de pirlimpimpim e se escondeu novamente.
                       Quando a Cuca voltou, olhou para a poção e viu que estava muito estranha e falou:
                        ___ Minha poção está estragada!!! Quem estragou a minha poção?
                        Nisso Emília aparece e diz:
                        ___ Fui eu, quem estragou a sua poção. Você não pode acabar com a natureza!
                        ___ Por que você pegou o meu livro? – disse Emília.
                        ___ Queria saber o que estava lendo. Só que não sei ler!
                        Então, Emília diz para a Cuca que a ensinaria ler e que a leitura é muito boa.
                        As duas fizeram as pazes e juntas leram o livro de história da Emília.
 
                                                **************************************

                              A VIAGEM


E
 
mília e Visconde de Sabugosa queriam fazer uma viagem para a casa de Narizinho e foram pedir permissão para dona Benta e ela deixou que viajassem.
                        Lá eles encontraram Narizinho e Emília perguntou para o Visconde:
                        ___ Visconde, onde vamos ficar?
                        ____ Eu não sei! Será que Narizinho deixa a gente ficar na casa dela? Ele respondeu:
                       Nisto Narizinho chega e fala que podem ficar na sua casa e eles ficaram aliviados e falaram que gostavam muito de Narizinho.
                      Não demorou muito e eles foram para casa de narizinho e lá conheceram  os pais dela. A mãe de Narizinho preparou um jantar muito gostoso e logo após o jantar todos foram dormir, pois Emília e Visconde estavam muito cansados.
                       No dia seguinte, acordaram bem cedo e Narizinho foi para a escola e Emília e Visconde foram fazer um passeio pela cidade junto com a mãe de Narizinho.
                       Eles visitaram vários lugares e conheceram a escola onde Narizinho estudava. Emília e Visconde estavam muito alegres, mas, já estava na hora de voltar para o sítio.
                      Narizinho pediu para seus pais se podia ir junto com Emília e Visconde passar o final de semana no sítio da sua avó, dona Benta e eles deixaram a filha ir.
                      Narizinho foi para o sítio e contou para sua avó que tinha tirado nota dez na prova de história e dona Benta deu os parabéns para a neta.
                       Foi um final de semana maravilhoso, pois no sítio da Dona Benta é muito gostoso de viver, lá acontecem coisas que nenhum outro lugar acontece. É um lugar mágico, onde todos se divertem muito com as histórias encantadoras contadas por dona Benta e tia Nastácia.


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                                                            A VIAGEM


                    
                               Um um belo dia a família o pessoal do Sítio do Picapau Amarelo resolveram viajar para Londrina.
                         Tia Nastácia não gostou muito da ideia, mas, Pedrinho, Narizinho, Emília, Visconde, Saci e a Dona Benta a convenceram de viajar.
                         No dia seguinte, saíram todos do sítio às dezesseis horas, pegaram um ônibus e todos alegres cantavam várias músicas, fazendo com que a viagem ficasse mais animada.
                         Chegando lá, ficaram num hotel que Dona Benta já havia reservado os quartos para passarem duas noites. Foi uma festa! As crianças: Pedrinho, Narizinho e Emília se divertiram muito.
                         Todos deixaram suas bagagens no hotel e saíram logo em seguida para conhecer a cidade de Londrina. Primeiro foram no shopping Catuaí, andaram , viram as vitrines das lojas, foram ao cinema assistir um filme que estava em cartaz e depois foram tomar uma coca- cola.
                          Emília viu a escada rolante e ficou louca de vontade de ir nela, todos ficaram com medo, mas ela não.
                          Tia Nastácia arriscou e foi junto com a Emília na escada rolante,mas, tia Nastácia estava com uma latinha de coca- cola na mão. Subiu na escada e levou um tombo. Coitada da tia Nastácia, derrubou toda a coca em sua roupa.
                          Emília, muito sapeca, ria de ver a tia Nastácia caída no chão e
                          _____ Que mico tia Nastácia!
                         Tia Nastácia não achou graça nenhuma, ficou toda encabulada e falou:
                          ____ Bem que eu não gostei muito da ideia, a culpa foi toda sua, Emília, sua menina sapeca,foi você que quis vir na escada rolante. 
Voltaram para o hotel, todos felizes, menos a tia Nastácia, que tinha passado a maior vergonha no shopping.
No hotel, todos jantaram e foram para seus quartos dormirem, para descansar da viagem e do passeio que tinham feito.
Logo de manhã, foram todos para a piscina. Estava um dia muito ensolarado, lindo, sem uma nuvem no céu e todos se divertiram na piscina.
Passaram o dia todos felizes e tia Nastácia já havia esquecido o mico que havia passado no shopping.
Anoiteceu e todos foram dormir e de manhãzinha, foram embora, felizes de conhecer mais uma cidade.
Chegando no sítio, todos foram descansar e relembrar tudo o que aconteceu neste maravilhoso passeio.

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                        A VOLTA DO MINOTAURO


 

N
um sítio chamado “Sítio do Picapau Amarelo” moravam: dona Benta que era a dona, tia Nastácia, a cozinheira, Pedrinho e Narizinho, os netos de dona Benta, e a boneca Emília e o Visconde de Sabugosa e todos viviam muito felizes.
                        Numa certa noite, quando todos do sítio estavam dormindo, a casa de dona Benta foi assaltada por alguém.
                         Quando amanheceu tia Nastácia foi até à cozinha para preparar o café da manhã e percebeu que estava faltando algumas coisas da casa. Ela ficou muito nervosa e assustada e disse:
                         ___ Cadê o pão e o leite? Alguém viu o que aconteceu?
                         Ninguém soube responder o que tinha acontecido.
                         Dona Benta estava lendo uma história para Narizinho, Pedrinho e Emília e tia Nastácia foi fazer bolinhos na cozinha, já que não tinha nem leite e nem pão para tomarem o café.
                        Tia Nastácia estava distraída fazendo os bolinhos e se virou para o fogão  e nisso entrou um Minotauro e pegou a tia Nastácia, a farinha de trigo e uma vasilha e levou tudo para o seu labirinto.
                         Emília foi até a cozinha e gritou:
                         ___ Vó, cadê a tia Nastácia? Ela sumiu!
                         Dona Benta respondeu:
                         ___ Não está na cozinha? Que estranho...
                         ___ Vó, estou sentindo cheiro de Minotauro.
                         ___ Isso é coisa da sua imaginação!
                         ___ Não é não! Olha a colher da tia Nastácia está no chão!
Ouviram um barulho lá fora e viram o Minotauro passando pela janela da cozinha.Todos foram para fora atrás do Minotauro para pegar a tia Nastácia.
O pessoal do sítio conseguiu trazer de volta a tia Nastácia para casa.
                                     
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                    A VOLTA DO NOSSO AMIGO


D ona Benta estava na cozinha fazendo docinhos para as crianças, elas adoravam os docinhos que Dona Benta fazia e falaram assim que acabaram de comer aqueles docinhos deliciosos :
___ Quero mais ! Quero mais! E Dona Benta disse:
___Gostaram crianças? Eu fiz com muito amor! Vou colocar mais para vocês comerem. Estou vendo que gostaram mesmo!!
Narizinho falou para Dona Benta:
___Vó Benta, posso passear perto do lago? Sim ou não?
Dona Benta Falou:
___ Pode, mas volte logo!
Pedrinho e Emília também resolveram passear pelo lago.
Dona Benta ficou sozinha no sítio, porque Tia Nastácia, Tio Barnabé, Quindim e Visconde foram viajar.
Narizinho, Emília e Pedrinho foram passear perto do lago e chegando lá , brincaram muito e  encontraram uma bola, e  resolveram brincar  de batata quente. Já estava na hora de voltar para o sítio. Todos voltaram para casa cansados de tanto brincar e  Dona Benta falou:
___Vão tomar um belo banho crianças, para depois lancharem.
___Sim vovó – disse Narizinho –, estamos todos cansados e morrendo de vontade de comer aqueles docinhos que a senhora fez.
As crianças se surpreenderam, pois ao saírem do banho, viram que todos seus amigos haviam chegado de viagem e rolaram beijos e abraços, pois afinal, a saudade era muita.
Dona Benta arrumou a mesa e todos se sentaram e saborearam os deliciosos docinhos que havia preparado para o lanche da tarde.
Durante o lanche, todos contaram as novidades e deram muitas risadas. 
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                AS AVENTURAS DE PEDRINHO


 

     N

 o sítio do Picapau Amarelo mora um menino que se chama Pedrinho, neto de dona Benta. Ele é um menino que gosta muito de aventuras e um dia ele chamou sua prima, Narizinho, e a boneca, Emília, para brincarem no sítio.
                        Eles passaram o dia brincando no meio do mato, que fica próximo do sítio. Quando estavam voltando para casa, viram a malvada Cuca falando  alto e ria.
                         ___ Vou fazer um feitiço e pegar o sítio do Piacapau Amarelo para mim. Há,ha,ha...
                        As crianças ficaram assustadas e foram correndo para casa contar tudo para a dona Benta. Chegando em casa, contaram tudo o que tinham ouvido e dona Benta ficou horrorizada e falou:
                        ___ Que horror, crianças! Se ela acha que vai pegar o sítio, está muito enganada.
                       Dona Benta chamou todos os moradores do sítio e contou-os o que estava acontecendo. E ficaram esperando a Cuca.
                       No outro dia, a Cuca estava indo para o sítio, quando de repente aparece o saci, dando-lhe o maior susto.
                       ___ Que susto, seu moleque malvado! - disse a Cuca. Estava mesmo precisando te encontrar.
                       ___ Por que, Cuca? - disse o saci.
                       ___ Preciso que vá até a casa de dona Benta e pegue as crianças para mim.
                       ___ Mas por quê, prima?
                        ___ Preciso me vingar delas!- disse a Cuca.
                        ___ Mas não mesmo! - disse o saci.
                         ___ É sempre assim, tenho que fazer tudo sozinha mesmo. - disse a Cuca.
                         A Cuca muito nervosa com o saci foi embora resmungando e pegou as crianças e disse para elas:
                           ___ Vocês estragaram o meu plano! Agora vou me vingar de vocês. Vou cortar a língua de vocês, assim aprenderão não falar mais o que não devem. Ha,ha,ha...
                          Quando estava prestes a cortar a língua das crianças, aparece tia Nastácia com um facão na mão e disse:
                           ___ Quem vai se vingar sou eu, sua bruxa malvada!
                          A Cuca nunca tinha visto a tia Nastácia tão brava daquele jeito e fugiu muito assustada. Ficou escondida na sua caverna por um bom tempo. Tinha medo que a tia Nastácia a encontrasse. Com a Cuca fora de circulação, o sítio estava uma paz.
                           Para recompensar as crianças, ti Nastácia fez os bolinhos de chuva que eles adoravam e todos os dias tinha um doce diferente para eles.
                           Todos ficaram muito felizes!

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AVENTURAS DE EMÍLIA E NARIZINHO


E
m um dia ensolarado, Emília e Narizinho estavam brincando de boneca debaixo de uma árvore enorme e Emília como sempre teve uma ideia e falou :
                       ____ Narizinho, que tal fazermos uma brincadeira radical?
                       ____Brincadeira radical! Como assim Emília? - disse Narizinho.
                       ____ Vamos brincar de caça- fantasmas, naquela casa abandonada no meio da floresta!
                       ____ Mas Emília, é muito perigoso !
                       ____ Não é não! Vamos guardar os brinquedos e voltar para casa, pois já está tarde. - disse Emília.
                     Guardaram os brinquedos e retornaram para casa, tomaram banho, jantaram e logo foram dormir.
                     No dia seguinte Emília e Narizinho acordaram cedo, tomaram café rapidinho e foram à floresta. Narizinho estava com muito medo e falou para Emília:
                     ____ Estou com um pressentimento muito ruim, acho melhor voltar para o sítio, Emília.
                     ___ Que nada Narizinho, vai ser divertido, você vai ver!
                     ___ Estou com muito medo, Emília.
                     ___ Não precisa ter medo! Vamos em frente. - disse Emília.
                    Quando viram a casa no meio da floresta, as duas ficaram imaginando o que veriam lá dentro. Então as duas entraram na casa abandonada e viram muita sujeira.
                    Tinha teias de aranha por todo lado! Baratas mortas e vivas, ratos, besouros e até morcegos! Narizinho estava com muito medo e pedia para ir embora. Mas Emília insistia em ficar na casa e caçar os fantasmas.
                    Emília conseguiu convencer Narizinho em ficar e limpar toda aquela sujeira. Enquanto Emília limpava, organizava a casa, as coisas iam caindo. A boneca ficou brava com Narizinho, pois achou que era ela que estava derrubando as coisas.
                     Narizinho jurou que não tinha sido ela, e, então imaginaram que realmente ali tinha fantasmas ali.  As duas apavoradas, ficaram paradas, esperando que o fantasma aparecesse a qualquer momento. Mas, Emília resolveu ir atrás do fantasma.
                     Então, foi bem devagarinho e descobriu que não tinha fantasma nenhum, e quem estava assustando as duas era o Pedrinho, aquele menino levado.
                      Pedrinho ria muito das caras de assustadas das duas, e Narizinho falou:
                       ___ Que brincadeira de mau gosto, Pedrinho! Podia ter nos matado de susto!           
                       ____ Foi muito engraçado ver a cara de assustadas de vocês duas.
                        ____ Não achei graça nenhuma, Pedrinho. - disse Emília muito brava.
                       Os três acabaram de limpar a casa abandonada e brincaram o dia inteiro. Ao anoitecer, voltaram para o sítio do Picapau Amarelo,  muito cansados, mas felizes.
                      Tia Nastácia fez um lanchinho saboroso e eles contaram como tinha sido o dia deles.
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                       AVENTURAS DE PEDRINHO


 

U

m dia Pedrinho foi brincar  no meio da mata do sítio de sua avó, Dona Benta, e acabou se perdendo. Todos Muito preocupados com a demora de Pedrinho, todos saíram atrás dele.
                          Cada um saiu para um lado do sítio e tia Nastácia foi procurá-lo na mata e depois de andar muito o encontrou num buraco no meio da mata. O buraco era bem fundo e precisaria de mais pessoas para tirá-lo dali. Tia Nastácia falou para Pedrinho ter calma que iria buscar ajuda.
                          Tia Nastácia encontrou o Saci, que vivia na mata, e pediu ajuda. O Saci foi junto com tia Nastácia até o buraco para salvar Pedrinho. Com um cipó, o Saci conseguiu tirar Pedrinho do buraco que estava muito assustado.
                         Dona Benta ouviu tia Nastácia gritando que já tinha encontrado Pedrinho e todos voltaram para casa.
                        Em casa, Pedrinho contou que estava brincando com a Emília e resolveram alimentar os peixinhos do rio das águas claras, depois Emília resolveu ir para casa e ele ficou ali sozinho, dando migalhas de pão para os peixinhos. Nisso chegou a Narizinho que ficou comigo alimentando os peixinhos, brincamos um pouco e ela foi embora e me deixou para trás.
                         Quando estava voltando para casa, não vi o buraco e acabei caindo nele, fiquei com muito medo de ninguém me encontrar, mas, graças a deus que tia Nastácia me encontrou antes da noite chegar.
                         Dona Benta disse  para Pedrinho:
                         ____Pedrinho, é muito perigoso ficar andando pela mata sozinho. É sempre bom ter um adulto junto para protegê-lo.
                          Pedrinho concordou com sua avó e nunca mais saiu sozinho para a mata.  

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                   BRINCANDO COM O SACI


 

O
 
 saci estava brincando de esconde- esconde com Narizinho e se escondeu em cima da casa de dona Benta. Narizinho procurou e o viu em cima da casa. Ela subiu no telhado da casa e dona Benta viu e falou:
                        ___ Descem agora do telhado, crianças! É muito perigoso!
                       Eles desceram e foram brincar. Tia Nastácia chama as crianças para tomar café.
                       Eles vão lavar as mãos e o saci fala para tia Nastácia:
                       ___ Que queijo mais saboroso, tia Nastácia!
                       ___ Foi eu que fiz! Querem mais um pedaço?
                        ___ Claro, tia Nastácia.
                       Depois de tomarem o café e comer aquele delicioso queijo, as crianças voltam a brincar.
                       Pedrinho também quis brincar com eles. Brincaram o dia todo e quando anoiteceu entraram para tomar banho e jantar.
                       Após o jantar, dona Benta como sempre, contou mais uma de suas histórias.

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                           EMÍLIA E A PÍLULA


 

            Dona Benta era dona do Sítio do Picapau Amarelo e com ela morava a tia Nastácia, a cozinheira e nas férias iam passear seus netos: Pedrinho e Narizinho.
                        Dona Benta adorava contar histórias e tia Nastácia, cozinhar. Tia Nastácia adorava fazer bolinhos de chuva e comidas deliciosas.
                       Um dia, tia Nastácia percebeu que a Narizinho estava se sentindo muito sozinha, sem ninguém para brincar. Então ela resolveu criar uma boneca de pano, muito linda e bem, colorida e lhe deu o nome de Emília.
                        Narizinho costumava ir todos os dias no riacho das Águas Claras e quando já ficava tarde, tia Nastácia a chamava assim:
                         ___ Narizinho, vem para casa! A dona Benta está te chamando.
                        E Narizinho obedecia e ia embora.
                        Todos os dias, quando Narizinho ia para o riacho, levava um lanchinho para comer e as migalhas de pão, ela dava aos peixinhos.Mas, somente os peixes pequenos  vinham na beira do rio para comer as migalhas de pão e os maiores ficavam de longe só olhando, pois tinham medo de ser pegos.
                        Um dia, Narizinho e Emília ficaram olhando as nuvens e ficavam imaginando o que elas formavam. Narizinho ficou ali olhando para as nuvens e acabou adormecendo.
                         Nisso apareceu um  peixe com o nome de Príncipe Escamado e o convidou para ir para o castelo.
                         Chegando no castelo, o príncipe escamado apresentou o doutor Caramujo que deu uma pílula para a Emília e ela começou a falar.
                         Lá no castelo, Narizinho e Emília fizeram muitas amizades novas.
                         Quando voltaram para o sítio, todos ficaram impressionados em ver como a boneca Emília ficou Tagarela.
                                                             
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                      EMÍLIA, A BONECA DE PANO


 

N
 
arizinho morava num lindo sítio com sua avó, dona Benta. Dona Benta adorava ler livros com histórias maravilhosas.
                         Dona Benta mora com a Tia Nastácia, a cozinheira da família e amiga e companheira da família.
Narizinho andava muito triste, pois não tinha ninguém para brincar. Ela passava horas deitada triste. Então, tia Nastácia teve a ideia de fazer uma boneca de pano e lhe deu o nome de Emília.
A boneca Emília andava por todos os lugares com Narizinho, mas não falava,. Elas brincavam muito.
Narizinho sempre ia no Riacho das Águas Claras e todos os dias, tia Nastácia arrumava um delicioso lanhe para as duas,pois sabia que ficariam a tarde toda brincando.
Chegando no riacho, Narizinho e Emília deitavam na grama e ficavam olhando as nuvens e observavam que elas formavam castelos, camelo...
Enquanto Narizinho olhava as nuvens e acabou adormecendo. Nisso, um príncipe peixe, chamado Escamado surge com seu amigo Besouro. Os dois começaram a olhar para Narizinho e tentavam descobrir que criatura ela era.
O Besouro entrou no nariz da Narizinho e neste momento, ela deu um espirro, jogando o besouro longe.
Narizinho se levanta assustando o Príncipe e o besouro. Ela se apresenta para os dois e o príncipe a convida para visitar o seu castelo.
Chegando no castelo, o príncipe apresenta o doutor Caramujo que dá uma pílula para a boneca de Narizinho e ela começou a falar.
Narizinho ficou muito feliz, porque agora tinha uma amiga para brincar e nunca mais se sentiu sozinha.
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NARIZINHO E O PRÍNCIPE PEIXE ESCAMADO


 

E
 
ra uma vez uma menina chamada narizinho e ela morava num sítio muito lindo com sua avó, dona Benta. Dona Benta adorava contar histórias maravilhosas.
                         Dona Benta é uma senhora já de idade e com ela mora uma cozinheira e amiga dela, a tia Nastácia. Tia Nastácia adorava cozinhar e fazer bolinhos e docinhos para todos do sítio. Além de ser empregada de dona Benta, ela é sua companheira. Ela vive no sítio há muitos anos.
                        Narizinho ficava muito triste pelos cantos da casa e se sentia muito só.
                       Tia Nastácia teve uma ideia para alegrar a menina. Ela fez uma boneca de pano e lhe deu o nome de Emília.
                        Emília era uma boneca de pano que andava por todo lado com sua dona, a Narizinho. Só faltava falar!
                        Narizinho já não estava mais triste e brincava o dia inteiro com sua boneca.
                        Narizinho gostava muito de ir brincar perto do Riacho das Águas Claras e toda vez que ia lá, tia Nastácia preparava um lanchinho para ela levar.
                         As duas brincaram muito e resolveram deitar na grama e ficar olhando para as nuvens no céu. Ficaram vendo os desenhos que as nuvens formavam. Tinha hora que formava castelo, um camelo e se divertiam com os desenhos.
Mas Narizinho acabou dormindo de tão cansada que estava e nisso aparece um peixe, conhecido como Príncipe Peixe Escamado, com seu amigo Besouro que começa a mexer no nariz de Narizinho.
Narizinho acorda assustada, e, se levanta rápido e acaba assustando os dois também.
Narizinho se apresenta e eles ficam amigos.
 
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                      O SUMIÇO DE TIA NASTÁCIA

 
 
            Num sítio distante moravam: Dona Benta, Tia Nastácia, Emília, Visconde de Sabugosa, Rabicó, Pedrinho e Narizinho.
                          Um belo dia ao acordar, a turma do sítio se surpreendeu com a mesa vazia do café da manhã, que sempre era preparada com muito carinho pela tia Nastácia.
                       Todos se assustaram ao ouvir o choro de dona benta que aos prantos contou a todos sobre o que havia acontecido com Tia Nastácia.
                       Na madrugada, o monstro da caverna negra invadiu o sítio e foi até o quarto onde tia Nastácia dormia e a levou para a mata.
                       Todos ficaram assustados enquanto Dona Benta contava o que havia acontecido com a Tia Nastácia.
                       Mas Emília, que era muito esperta, teve uma ideia: poderiam pedir ao Saci – Pererê, pois é um grande conhecedor das matas e de todos que vivem lá. E juntos partiram em direção da mata ao seu encontro.
                        Pedrinho levava em seu bolso um apito, quando assoprasse, o levado menino do gorro vermelho, aparecia. E ao ouvir o apito, lá estava ele, pulando num pé só!
E assim, todos seguiram atrás do Saci – Pererê, andando pela mata durante muito tempo.
Quando encontraram a caverna, resolveram entrar bem devagarzinho e tiveram uma grande surpresa. Descobriram que a malvada Cuca é que tinha sequestrado a Tia Nastácia.
                         Pedrinho então pulou na frente da Cuca para chamar sua atenção, enquanto Narizinho, Visconde e Rabicó foram no fundo da caverna desamarrar Ti Nastácia.
                         Emília como sempre, rápida e esperta, pegou uma corda e correu várias vezes ao redor da Cuca. Ela balançou, balançou e caiu desmaiada no chão.
                        Todos saíram bem depressa da caverna e agradeceram o Saci pela ajuda para libertar Tia Nastácia. Dona Benta ficou aliviada ao ver todos bem.
                         Esta é mais uma história que continua na próxima página, pois os personagens do sítio sempre estarão em ação na minha imaginação, que nunca para de crescer podendo me levar para muito longe...
 

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                             O ANJO


 

U
m dia, Narizinho estava andando pelo sítio quando viu uma coisa caindo do céu, correu para chamar Pedrinho para irem ver o que era.

Pedrinho e Narizinho foram ver o que havia caído do céu, porque ficaram muito curiosos. Chegando no local, foram se aproximando, se aproximando e de repente, algo caiu em cima deles. Ficaram muito assustados, mas depois viram que era um anjo.
Narizinho falou:
___ Oi, meu nome é Narizinho. O que aconteceu com você?
___ Minha asa quebrou e está doendo muito!
___ Fique tranquilo, cuidaremos de você. - disse Narizinho.
___ Muito obrigado!
___ Como você quebrou sua asa?
___ Estava voando quando um homem malvado atirou em mim, acertando a asa, acho que pensou que fosse um pássaro.
Narizinho e Pedrinho pegaram o anjo e o levaram para casa. Chegando lá, dona Benta enfaixou a asa dele e em poucos dias a asa já estava boa. O anjo muito feliz falou:
___ Muito obrigado! Vocês curaram minha asa. Já posso voar, mas antes vamos brincar?
Os três brincaram o dia todo e no final do dia, o anjo agradeceu por tudo e falou que tinha que ir embora. Mas Narizinho falou:
___ Fique para o jantar. Aqui tem uma cozinheira que faz uma comida saborosa. Fique por favor, anjo.
Então o anjo resolveu ficar mais uma noite no sítio. Todos jantaram e foram dormir.
No dia seguinte, levantaram bem cedo e tomaram o café que a tia Nastácia tinha preparado. Em seguida, o anjo se despediu e partiu muito agradecido pelo pessoal do sítio que cuidaram dele com muito carinho.

 
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                    O DIA EM QUE EMÍLIA FALOU


 

N
 
o Sítio do Picapau Amarelo tinha uma menina chamada Narizinho que vivia muito triste por não ter ninguém para brincar.
Certo dia, tia Nastácia resolveu fazer uma boneca e deu para a  menina. Narizinho ficou muito feliz com a boneca de pano, e, lhe deu o nome de Emília. Emília era uma boneca que andava e era muito esperta.
                      Narizinho gostava muito de andar pelo sítio com sua boneca, Emília. Um dia foi passear num riacho conhecido como: Riacho das Águas Claras, lá ela ficava horas brincando com sua boneca Emília.
                      Elas brincaram muito e deitaram na grama para descansar e ficaram olhando para o céu e viam as nuvens formando desenhos.
                       Nisso, surgiu um príncipe com o nome de Peixe Escamado e um Besouro que  cutucou o nariz de Narizinho, puxou-lhe as sobrancelhas,pois eles nunca tinham visto algo parecido antes.
                     Narizinho deu um espirro e jogou longe o Besouro que tinha entrado em seu nariz. Ela e o besouro se assustaram.
                       O Príncipe Peixe Escamado se apresentou à ela e a convidou para ir passear o seu reino. Em seu reino tinha um doutor que se chamava Dr. Caramujo que inventou uma pílula que falava e se Narizinho quisesse, poderia dar uma para sua boneca poder falar.
                        Narizinho adorou a ideia e foi junto com o príncipe conhecer o seu reino.
                        Chegando lá, encontraram o guardião sapo dormindo e o príncipe ficou muito nervoso.
                       O príncipe Escamado apresentou o Dr Caramujo à Narizinho e ele deu a pílula para Emília. Ela engoliu, mas não deu certo. Então, ele cortou a garganta de Emília e colocou a pílula e não é que deu certo! Emília começou a tagarelar e não parou mais de falar.

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         O LIVRO DE HISTÓRIA DE EMÍLIA


 

E

mília estava lendo um livro de histórias na beira de uma lago. Ela  se levanta e deixa o livro na grama e vai ver os peixinhos na lagoa.Quando volta, procura pelo livro, mas não o encontra e fala:
                      ___ Onde deixei o meu livro? Onde pode estar? Será que alguém o pegou? 
                      Saci – Pererê estava escondido atrás da  árvore e viu quem pegou o livro de história da Emília. Então, saiu de trás da árvore e falou:
                       ___ Sei quem pegou seu livro de história, Emília.
                       ___ Quem foi, Saci?
                       ___ Foi a Cuca que pegou. Ela quer destruir a mata e os animais.
                       ___ Isso não vai ficar assim. Vou contar para a vovó.
                      Saiu correndo para contar o que tinha acontecido para a vovó.
                      ___ Vovó, a Cuca quer destruir a mata e todos os animais que vivem nela.
                      ___ Emília, a Cuca passou por aqui e disse que não iria fazer mal a ninguém.
                      ___É mentira dela, vovó! Ela quer matar a natureza.
                      Na caverna da Cuca, Visconde, Rabicó e Quindim veem a Cuca fazendo um feitiço para destruir toda a mata e eles e descobrem o livro da Emília. Então eles jogam um pouco deste feitiço na Cuca que ficou muito furiosa.
                       A Cuca viu que seu feitiço não funcionava e falou:
                      ___ Não pode ser! Meu feitiço está estragado! Assim não poderei destruir a mata!
                       Visconde entra e fala para a Cuca:
                        ___ Você não vai destruir a natureza, sua bruxa malvada! Eu estraguei o seu feitiço.
                      ___ Não tem problema, faço outro.
                       Visconde, Rabicó e Quindim saem correndo e vão contar tudo para  Emília.
                       ___ Sabe Emília, encontramos seu livro de histórias.
                       ___ Onde está, Visconde?
                       ___ A Cuca pegou o seu livro.
                      Emília muito brava vai para a caverna da Cuca para pegar seu livro e Visconde, Rabicó e Quindim foram juntos com ela.
                      Chegando na caverna da Cuca, Emília estraga o feitiço e pega seu livro de histórias e sai correndo.
                      O feitiço da Cuca estragou e não tinha mais ingredientes para fazer o bolo.
 
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                       O MEDO DE PEDRINHO


 

                       Um belo dia, Narizinho e sua boneca, Emília, foram passear num lugar que parecia ser uma floresta encantada, cheia de flores e pássaros e elas andaram e brincaram muito.
                         Ao anoitecer, voltaram para o sítio, jantaram e foram dormir, porque estavam cansadas e queria voltar lá no dia seguinte, mas, Narizinho  e Emília acordaram assustadas com um barulho estranho e ficaram com muito medo.
                               Este barulho estranho vinha do outro quarto e as duas foram ver o que era. Quando abriram a porta do quarto, viram que era Pedrinho e Emília perguntou:
                                ___ O que você está fazendo escondido no quarto?
                               ___ É que estou com medo! - disse Pedrinho.
                              Pedrinho estava com medo dos animais estranhos que viviam na floresta encantada, que ficava perto do sítio. Então, Narizinho perguntou:
                               ___ Que tipo de bicho tem na floresta?
                               Pedrinho muito assustado falou que toda noite, os bichos da floresta vinham no sítio para comer as plantações, então, que era por isso que se escondia debaixo da cama.
                             Então, Emília, muito esperta, fez um plano para capturar os bichos que vinham no sítio. Fizeram uma armadilha bem no meio do terreiro do sítio e ficaram escondidos esperando para verem os bichos caírem nela.
                           Ficaram escondidos atrás de uma árvore e não demorou muito tempo e viram um bicho cair no buraco.
                           Narizinho e Emília foram ver o que havia caído no buraco, e, descobriram que era seu amigo, Rabicó, e Emília muito brava falou:
                         ___ Era você que estava comendo plantação toda?
                         ___ Sim, sou eu! Por quê? - disse Rabicó.
                        ___ Por que você está comendo a plantação toda, Rabicó? Você é um porco muito guloso! - disse Emília.
                       Rabicó prometeu que nunca mais iria comer a plantação do sítio e ele passou a viver no Sítio do Picapau  Amarelo junto com seus moradores .
                        Pedrinho descobriu que não existia nenhum bicho estranho e não precisou mais se escondeu, pois não tinha mais medo. Viu que era somente um porquinho guloso.

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                        O POÇO DO VISCONDE


 

    U
 
m dia Visconde estava andando pelo sítio e encontrou um poço e disse:
                        ___ Esse poço é muito fundo! Vou avisar a Dona Benta !
                        Visconde chegou no sítio e contou para a Dona Benta sobre o poço que tinha encontrado e ela falou :
                        ___ Me leve até lá , Visconde.
                        Então, Visconde levou toda a turma do sítio até o poço que tinha encontrado e Dona Benta vendo o poço falou:
                        ___ Crianças, fiquem longe do poço, porque ele é muito fundo! Vocês podem cair dentro dele.
                       E Visconde disse:
                       ___ A senhora está certa, Dona Benta.
                       E nisso, começou a chover e todos correram para dentro de uma caverna que tinha por ali, mas, Visconde, tropeçou e caiu dentro do poço, só que ninguém viu que ele tinha caído.
                       Visconde começou a gritar por socorro, até que a Cuca apareceu e ele falou:
                       ___ Cuca, por favor, me tire daqui!
                      E a Cuca disse:
                       ___ Não, você vai ficar aí!
                       A turma do sítio sentiu a falta de Visconde, esperou a chuva passar e foram procurá-lo. Chamaram e chamaram e nada de Visconde. Já estavam cansados de procurar, quando ouviram um grito por socorro vindo de dentro do poço. Correram até lá e era Visconde lá dentro e o tiraram com um cipó
                         Dona Benta falou que iria mandar aterrar aquele poço, porque era  muito perigoso outra pessoa ou até mesmo, animal cair lá dentro e poderia se machucar.
                        Voltaram para casa e tomaram um chocolate quente e comeram os deliciosos bolinhos de chuva da tia Nastácia e graças à Deus nada de ruim aconteceu com o Visconde.

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PEDRINHO E OS ETS CABEÇA DE ABÓBORA



E
 
 
 
 
 
ra uma linda manhã de sol e Pedrinho jogava bola com o Rabicó, com o Visconde e também a Narizinho.
                        Todos estavam se divertindo, quando de repente, tia Nastácia gritou:
                         ___ Venham todos, comer! Fiz bolinhos de chuva fresquinhos e deliciosos!
                        Rabicó foi o primeiro a sair correndo e os outros também correram deixando Pedrinho para trás. Pedrinho vendo que a bola tinha ido para o lado da horta, foi buscá-la.
                       Quando Pedrinho abaixou para pegar a bola, sentiu que não estava sozinho e levantou depressa. Olhou para cima e  viu um grande disco voador com muitas luzes e um barulho ensurdecedor. Viu que uma porta se abria e o sugando para dentro. Quando abriu os olhos não acreditou no que viu, vários ets com enormes cabeças com o formato de abóboras.
                       Narizinho ouviu o barulho e correu para ver o que estava acontecendo, e viu Pedrinho sugado. Ela gritou e todos correram para ver o que estava acontecendo. Todos ficaram impressionados com o que viram. Emília como sempre, a mais esperta disse:
                        ___ Não se preocupem, pois vou até lá, mas primeiro vou tomar minha poção mágica e ficar invisível.
                        Pedrinho foi amarrado e estava sendo obrigado a comer sementes de abóboras, caipira, assim se tornaria um deles.
                         Então, numa distração dos ets, Emília  entra sem ser vista e desamarra Pedrinho e os dois saíram correndo e os ets, vendo que Pedrinho fugiu, fecharam a porta e foram embora procurar outros meninos distraídos para transformarem em ets.
                         Assim, graças à Emília, tudo voltou a ser como antes.
                                
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              REINAÇÕES DE NARIZINHO


 

E
 
ra uma vez uma menina que se chamava Narizinho que morava num sítio com sua avó, dona Benta, e com a empregada, tia Nastácia. Ela era uma menina triste, pois não tinha ninguém para brincar.
                        Um  dia, tia Nastácia percebeu e resolveu perguntar para Narizinho por que estava tão triste e a menina falou que não tinha ninguém para brincar.
                        Tia Nastácia resolveu fazer uma surpresa para a menina, fazendo uma boneca linda de pano e para terminar, jogou um pó de perlimpimpim em cima dela fazendo com que ela andasse.
                        Narizinho ficou tão feliz que andava por todo o sítio junto com sua boneca, Emília.
                        A boneca de Narizinho andava, mas não falava. Ela era uma boneca muito esperta!
                        Como era de costume, Narizinho foi brincar com sua boneca na beira de um riacho próximo da casa, era o riacho das Águas Claras.
                       Todos os dias, tia Nastácia preparava um lanche para ela comer à tarde e as migalhas do lanche que sobravam, Narizinho dava aos peixinhos que ficavam à beira do riacho.
                          Naquela tarde, aparece no riacho um peixe, que era chamado de |Príncipe Peixe Escamado, com um amigo, o Besouro. Narizinho pergunta:
                         ___ Quem é você?
                         ___ Sou o Príncipe Peixe Escamado e este é meu amigo Besouro.
                       O príncipe percebe que a boneca de Narizinho não fala, só anda e fala que lá no seu reino existe um médico capaz de fazer a boneca falar e a convida a ir até o seu castelo.
                     Chegando no castelo, viram que o guardião estava dormindo e o príncipe sentiu vontade de chutá-lo, mas Narizinho teve uma ideia:
                    ___Por que não o vestimos com roupas de mulher?
                   Então tiraram toda a roupa do guardião, que era um sapo, e o vestiram com as roupas da Emília. Narizinho falou para o príncipe que podia acordá-lo. Então, o príncipe deu-lhe um chute, acordando-o.
                    O príncipe falou:
                     ___ Guardião, por que está vestido de mulher?
                      ___ Não estou não! - disse o guardião.
                      ___ Olhe no espelho! Vê se não dorme em serviço!
                     O príncipe apresentou o médico para Narizinho e ele deu uma pílula falante para a Emília que começou a falar e não parou mais.

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                        SACI- PERERÊ E A CUCA


 

U
 
m dia na floresta, o saci estava indo para a casa da Emília e viu a Cuca falando:
                       ___ Vou dominar a mata com este feitiço de parar tempo.
                        ___ Tenho que avisar Emília e Pedrinho! - disse o saci.
                       O saci contou o plano da Cuca e Emília e Pedrinho foram escondidos na caverna da Cuca. Pedrinho falou:
                         ___ Eu tenho muito medo de escuro e não vou lá!
                         Emília arrastou Pedrinho falando:
                         ___ Você é homem ou um rato, Pedrinho?
                        Quando eles entraram na caverna, viram a Cuca terminando o feitiço para deixar o mundo parado. Pedrinho tropeçou numa pedra fazendo barulho e a Cuca os viu, capturando-os.
                        ___ Vocês nunca mais vão falar. Vou prendê-los e ninguém poderá me parar. Há,ha,ha...
                       Só que a Cuca não tinha visto o porquinho Rabicó que estava bem atrás deles. Então, Rabicó foi bem devagar e os libertou e disse:
                     ___ Dona Benta deve estar muito preocupada com vocês!
                     Pedrinho e Emília tentavam falar com Rabicó, mas ele não entendia nada por causa do feitiço da Cuca. Rabicó pegou o restinho do feitiço da Cuca e jogou nos dois.
                      Ainda bem que o feitiço fez efeito! Pedrinho e Emília começaram a falar novamente e Pedrinho falou:
                       ___ Obrigado Rabicó, por nos ajudar. Valeu!
                     A Cuca já estava dominando a mata e Pedrinho jogou pedras nela, fazendo com que o feitiço caísse no chão.
                     A malvada Cuca ficou desesperada ao ver que seu feitiço tinha caído todinho no chão e estava secando. Agora seu feitiço já não podia fazer mal nenhum para a mata.
                     Rabicó muito feliz disse para Cuca;
                     ___ Agora, você não pode dominar mais a mata!
                     ___ Tudo bem, seus meninos intrometidos! Mas me aguardem! Na próxima vez, eu vou conseguir!
                      ___ Acho melhor não tentar novamente, sua bruxa malvada! Disse Emília.
                      ___ Vai embora, sua bruxa malvada! - disse Pedrinho.
                    E assim, Emília, Pedrinho e Rabicó salvaram a mata do feitiço da Cuca.

                                                             
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                 REINAÇÕES DE NARIZINHO

 


N
 
um sítio morava uma menina que se chamava Lúcia,  mas todos a chamavam  Narizinho por causa do seu nariz arrebitado. Ela morava junto com sua avó, dona Benta, e com a cozinheira, a tia Nastácia, que fazia deliciosas comidas.
                       Narizinho sempre ia num riacho que ficava perto da casa e lá ficava brincando com sua boneca Emília. Tia Nastácia fazia um saboroso lanche para ela levar e comer À tarde. As migalhas do lanche que sobravam, dava para os peixinhos pequenos que ficavam na beira do riacho.
                        Depois de comer o lanche, Narizinho e Emília deitavam na grama e ficavam olhando para as nuvens  no céu, imaginando o que formavam.
                       Como sempre, ela voltou ao riacho e ficou deitada olhando os desenhos que as nuvens formavam no céu  e acabou dormindo.
Neste instante apareceu um peixe e um besouro e ficavam mexendo na sobrancelha de Narizinho.

                       Ela acabou acordando e se assustando com os dois. O peixe a convidou para ir junto com ele conhecer o seu castelo, pois ele era um príncipe do reino das Águas Claras.
                      Emília e Narizinho aceitaram o convite e foram conhecer o reino. Chegando lá, viram o guardião sapo dormindo em trabalho. O príncipe ficou muito bravo com o seu guardião.
                      O príncipe Peixe Escamado apresentou um médico que poderia fazer Emília falar. Ele tinha inventado uma pílula falante.
                       Emília tomou a pílula e começou a falar e não parou mais .
                                  
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                                                    SACI- PERERÊ E A CUCA


U

 m dia na floresta, o saci estava indo para a casa da Emília e viu a Cuca falando:
___ Vou dominar a mata com este feitiço de parar tempo.
                           ___ Tenho que avisar Emília e Pedrinho! - disse o saci.
                          O saci contou o plano da Cuca e Emília e Pedrinho foram escondidos na caverna da Cuca. Pedrinho falou:
                           ___ Eu tenho muito medo de escuro e não vou lá!
                           Emília arrastou Pedrinho falando:
                           ___ Você é homem ou um rato, Pedrinho?
                           Quando eles entraram na caverna, viram a Cuca terminando o feitiço para deixar o mundo parado. Pedrinho tropeçou numa pedra fazendo barulho e a Cuca os viu, capturando-os.
                         ___ Vocês nunca mais vão falar. Vou prendê-los e ninguém poderá me parar. Há,ha,ha...
                         Só que a Cuca não tinha visto o porquinho Rabicó que estava bem atrás deles. Então, Rabicó foi bem devagar e os libertou e disse:
                        ___ Dona Benta deve estar muito preocupada com vocês!
                       Pedrinho e Emília tentavam falar com Rabicó, mas ele não entendia nada por causa do feitiço da Cuca. Rabicó pegou o restinho do feitiço da Cuca e jogou nos dois.
                      Ainda bem que o feitiço fez efeito! Pedrinho e Emília começaram a falar novamente e Pedrinho falou:
                        ___ Obrigado Rabicó, por nos ajudar. Valeu!
                       A Cuca já estava dominando a mata e Pedrinho jogou pedras nela, fazendo com que o feitiço caísse no chão.
                      A malvada Cuca ficou desesperada ao ver que seu feitiço tinha caído todinho no chão e estava secando. Agora seu feitiço já não podia fazer mal nenhum para a mata.
                      Rabicó muito feliz disse para Cuca;
                      ___ Agora, você não pode dominar mais a mata!
                       ___ Tudo bem, seus meninos intrometidos! Mas me aguardem! Na próxima vez, eu vou conseguir!
                       ___ Acho melhor não tentar novamente, sua bruxa malvada! Disse Emília.
                       ___ Vai embora, sua bruxa malvada! - disse Pedrinho.
                      E assim, Emília, Pedrinho e Rabicó salvaram a mata do feitiço da Cuca.

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                      UM CASTIGO PERFEITO


 

C
 
erto dia, Dona Benta e tia Nastácia estavam na cozinha fazendo bolinhos de chuva e de repente chegou a Emília e deu um susto nelas com um bicho que tinha pegado no jardim. Elas ficaram furiosas e a deixaram de castigo, para ver se Emília aprendia ter um comportamento melhor.
                         Mas Emília, que era uma boneca muito sapeca, não ficou de castigo e fugiu dali para brincar com Narizinho. Elas estavam brincando e se divertiram bastante. Ficaram brincando o dia todo no campo, na horta, no pasto, junto com os animais correndo de pra lá e pra cá até escurecer.
                        Quando chegou a noitinha, todos foram pra dentro de casa, menos Emília, porque ela estava com medo de levar bronca da Dona Benta.
                        Emília ficou lá fora pensando o que iria fazer, e resolveu passar a cerca do pasto e acabou se enroscando no arame e não conseguia se sair.
                        Coitada da Emília! Passou a noite inteirinha enroscada na cerca! Quando amanheceu o dia, Visconde de Sabugosa foi para fora e a encontrou toda enroscada na cerca.
                         Visconde chamou a tia Nastácia e a Dona Benta para ver o que tinha acontecido.
                         Dona Benta falou para Emília:
                         ___Este sim foi o seu castigo por ter me assustado e desobedecido, saindo do castigo sem autorização. Espero que tenha aprendido a lição.
                        ___ Dona Benta me perdoa???
                        ___ Sim, Emília, mas nunca mais faça nada de errado. Certo?
                       ____ Está certo, dona Benta.
Todos foram tomar o café da manhã e Emília aprendeu a lição.
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                    UMA AVENTURA NO SÍTIO


L
 
 
 
á no sítio, num lugar bem distante, mágico e muito bonito, havia uma boneca de pano muito esperta e falante. Sua dona se chamava Narizinho e quem lhe deu de presente foi a Tia Nastácia.
                         Pedrinho e Narizinho sempre passavam suas  férias no sítio de Dona Benta e eles se divertiam muito com suas aventuras.
                         Numa dessas férias, Narizinho estava brincando com Pedrinho, e, Emília teve a ideia de brincar na floresta. Os três foram para a floresta brincar e acabaram se esquecendo da hora e o pior de tudo é que se perderam no meio do caminho e encontraram a malvada da floresta, é isso mesmo, a própria, a malvada Cuca...
                        Quando viram a Cuca, começaram a correr muito e ficaram desesperados só de pensar que podiam ser capturados pela malvada da floresta e nunca mais voltar para casa.
                         Nisto, Emília se atrapalhou toda e acabou caindo no meio da floresta e a Cuca quase a pegou, mas Pedrinho pegou a bola que tinham achado e a jogou com toda força em cima da malvada. A Cuca perdeu o equilíbrio e caiu no chão. As crianças acharam o caminho e voltaram correndo para o sítio.
                       Quando chegaram no sítio, já era noite, e Dona Benta já estava muito preocupada com eles, pois ela sabia que na floresta  morava a mais malvada de todas as criaturas, a Cuca.
                       Pedrinho disse para Dona Benta:
                       ___ Vovó, nós nos perdemos no meio da floresta e encontramos a malvada Cuca que saiu correndo atrás de nós no meio do mato. Ainda bem que conseguimos escapar dela!
                      Dona Benta ficou aliviada aos ver que as crianças chegaram bem e que nada de mal tinha lhes acontecido deu-lhes uma bela bronca  e os mandou tomar banho e foi preparar um delicioso lanche porque todos estavam muito famintos.
                     Pedrinho, Narizinho e Emília aprenderam que é muito perigoso brincar na floresta sem um adulto por perto.

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                                   UMA FESTA NO SÍTIO


O
 
     sítio do Picapau Amarelo é um lugar fantástico para as pessoas e animais morarem. Lá todos vivem felizes e muito unidos.
                         Dona Benta resolveu fazer uma festa junina para todos os moradores do sítio. Todos aceitaram e falaram que iriam ajudá-la a preparar a festa.
                         Os moradores ajudaram dona Benta e tia Nastácia na preparação e organização da festa. Emília  ensaiou a quadrilha com as crianças do sítio.
                        Visconde, Narizinho, Pedrinho e Rabicó começaram a decoração com muitas bandeirinhas, balões e uma enorme fogueira no meio do quintal.
                        Tio Barnabé e o saci fizeram uma linda fogueira; tia Nastácia preparou bolo de fubá, pé de moleque, pipoca, quentão e vários doces.
                         Dona Benta fez as roupas para dançar a quadrilha.
                        Tudo estava  ficando muito bonito.
                        À noite começou a festança. A festa teve início com fogos de artifícios e logo após a quadrilha das crianças. Cada um pegou seu par e todos foram dançar animados.
                       Acabando a quadrilha das crianças, foi a vez dos adultos dançarem também. Estava indo tudo bem, mas...
                      De repente, aparece a malvada Cuca no meio da festa tentando estragar com a alegria de todos.
                      Mas as pessoas estavam tão felizes, que resolveram não deixar com que a Cuca estragasse tudo e a convidaram a se retirar da festa imediatamente da festa e continuaram a festar normalmente como se nada tivesse acontecido.
                      O sanfoneiro tocou várias músicas para animar a festa e as crianças fizeram várias brincadeiras.
                       No final da festa, todos felizes e muito cansados foram para suas casas descansarem, pois no dia seguinte, teriam que ajudar na limpeza do sítio.
                       Esta festa foi tão maravilhosa, que resolveram repeti-la no próximo final de semana.

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                                                        AOS MEUS ALUNOS,
 
 AGRADEÇO PELA DEDICAÇÃO, ESFORÇO E CRIATIVIDADE QUE TIVERAM AO LONGO DESTE PROJETO MARAVILHOSO.
ESTE É O FRUTO COLHIDO DESTE GRANDIOSO PROJETO.
Profª Maria da Graça Nunes Rossi

Arapongas/Pr 2012